Sistema pronto para quem fabrica e vende capacho. O orçamento por metro, o corte, a personalização com logo e a venda de prateleira usam o mesmo cadastro. A bobina de matéria-prima e o tapete acabado não se misturam no saldo.
A medida do cliente fica no papel da loja. A fábrica corta outra largura e o capacho não entra no vão.
A matéria-prima entra em rolo e some em retalho. Ninguém sabe quantos metros ainda rendem antes de comprar outro.
Pedido com logo sai da fila do produto pronto. O cliente de prateleira e o de personalizado concorrem pelo mesmo dia de produção sem ordem clara.
A loja vende o que a fábrica ainda não produziu, ou deixa de vender o que já está acabado no fundo. Os dois estoques não se falam.
Cada vendedor aplica um preço no metro e no acabamento. A margem do sob medida varia sem a loja perceber.
O que foi para a máquina, o que já foi cortado e o que falta embalar não tem status. A loja responde prazo no chute.
O sistema já está desenvolvido. Na implantação entram o cadastro da sua operação, o treinamento de quem vai usar e o ajuste fino da rotina — não a construção de um software novo.
Largura, comprimento, modelo e acabamento calculam metro e preço. O orçamento aprovado vira pedido sem redigitar a medida.
O pedido sob medida abre uma ordem com status: na fila, em corte, em acabamento, pronto. A loja consulta em vez de ir perguntar na fábrica.
Entrada da matéria-prima em metros, baixa pelo corte e retalho. O saldo da bobina é separado do capacho já cortado.
Modelos prontos de prateleira, com saldo da loja. Venda de balcão baixa só o acabado e não mexe na bobina.
Pedido com logo, cor ou texto guarda a arte e o prazo combinado. A ordem de produção leva essa observação até a embalagem.
Balcão vende produto pronto e encomenda no mesmo caixa. Sinal do sob medida e quitação na retirada ficam no pedido.
Pedidos maiores seguem com endereço e data. O status muda para entregue quando a loja confirma a saída.
Relatório do que vendeu pronto e do que vendeu sob medida, com o consumo de metro de matéria-prima no período.
Fábricas de capacho que também atendem no balcão, e lojas que cortam sob medida no próprio galpão.
A Rei dos Capachos já opera com este sistema, unindo a venda da loja e a produção. A página descreve o produto usado nesse modelo de fábrica com balcão.
Sim. O pedido da loja, a ordem de corte e o saldo de bobina e de produto acabado estão no mesmo cadastro. A venda de prateleira não disputa o saldo da matéria-prima.
Sim. Medida, modelo e acabamento entram no orçamento e o preço sai da tabela da loja. Quando o cliente fecha, o pedido herda essa medida para a ordem de produção.
Sim. O pedido guarda logo, cor ou texto e segue com a ordem até ficar pronto. A fila de personalizado não se perde no meio dos modelos de linha.
Sim. Cadastramos modelos, tabela de metro, bobinas e o estoque acabado, e treinamos quem vende e quem corta. O sistema já cobre os dois lados; ajustamos o fluxo de status da sua produção na implantação.